Partida para Manaus. Ida para o aeroporto de Congonhas (2 ônibus) para apanhar o transfer da Tam para o aeroporto de Guarulhos. Dormi no ônibus, o que foi um bom investimento! Depois dormi o tempo todo no avião, milagrosamente acordei para receber o meu pãozinho e o meu copinho de água. No aeroporto de Manaus apanhei um táxi por 49 reais (que estranho, ele não tinha troco para 50...) e fui ter ao hotel da Mariana.
(esperar o transfer no aeroporto de Congonhas)
Sábado
Acordar as 7h30 para estar as 8h30 no lobby para o Leonardo (da agência em que marcámos o tour) nos ir buscar. Enquanto a Mariana foi ao pequeno-almoço eu fui vaguear pelas redondezas à procura de uma barraquinha para comer qq coisa. Safei-me a uns 5min de distância com um café com leite e um pão com queijo, aquecido. Quando voltei a Mariana ainda me deu uma tapioca com queijo, uma querida!:) O Leonardo já lá estava e fomos em direcção ao porto. Parámos para levantar dinheiro (não tinha os 230reais para pagar os dois dias de tour) e meus amigos, Manaus é exactamente como dizem, uma grande feira ao ar livre. Só barraquinhas de tudo e mais alguma coisa, com uma predominância um pouco estranha de cuecas e soutiens....isso e comida. Muitas barracas de comida (suco, salada de fruta, pastel, bolo e salgadinho). No porto entrámos numa lancha juntamente com um casal e sua criança e um senhor sozinho, mais de idade. A primeira paragem foi no encontro das águas, que infelizmente não se via muito bem porque o dia estava nublado. Mas durante os momentos de explicação pudemos detectar a presença de um boto. Acho que era dos cor-de-rosa (era meio esquisito).
(viagem de lancha: Manaus e ponte em construção para ligar a cidade ao Sul)
Depois fomos ver as vitórias régias ao lá a um parque natural (acho) que tinha um restaurante (onde partilhámos uma mousse de cupuaçu) e uma lojinha de artesanato. Para ver as vitórias régias andámos num passadiço no meio das árvores, a ouvir a passarada. Isto no Rio Solimões. Bonito, mas pouco selvagem!
(flutuante; secar ao sol; a cor do Rio Negro)
(o que é que socas holandesas decorativas, estão a fazer no meio da Amazônia?? estranho...)
E depois foi a nossa vez de ir pescar! A Mariana, depois de muita persuasão (“piranhinha, pirarinha”), pescou 4! Eu pesquei o meu primeiro peixe! E devolvi o meu primeiro peixe à água...acho que consegui pescar a menor piranha de sempre mas pesquei! Há provas!!
(sim, aquilo é uma piranha! usem a lupa!) (são muitos anos de experiência!!)
(uma luz, água e nuvens fantásticas; ar de felicidade; andorinhas a rasar a canoa - é melhor ampliar a foto para se ver que são as manchas pretas)
No fusco-lusco abandonámos a ilha e fomos para a casa nativa, que acabou por ser a casa da recepcionista do flutuante e dos restantes 10 a 15 membros da família (?). De lá ainda fomos procurar jacarés e eu e a Mariana acabámos a ficar uma boa meia hora de castigo no escuro, na canoa, à espera do Zé, que voltou com um micro jacaré!
Voltámos para a casa nativa para jantar (normal, saboroso, embora doses monstruosas) e para dormir em redes. Da casa ficam as fotos, não vou descrever muito as (poucas) condições da habitação local (o que lá vai, lá vai). Até se dormiu mais ou menos em rede, acordámos 3 vezes com chuva intensíssima no telhado de lata!
(as outras redes; a casa nativa)
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